
A raiva é um sentimento esquisito. É uma coisa vermelha que queima por dentro como fogo. Arde uma chama por dentro que às vezes é até gostosa.
A parte boa da raiva, da fúria é sentir a força que se tem. É um dos sentimentos que mais evoca vibração. A alegria também é forte, traz consigo uma euforia, vontade de gritar, mas é pacifica e um pouco mais equilibrada.
O ódio corrói por dentro, lateja e cresce a cada segundo. Um pequeno pensamento de vingança faz o peito bater tão forte que é possível sentir as batidas controlarem o corpo e botarem em marcha os próximos pensamentos.
Invejo as pessoas que de tanta raiva desenvolvem planos malignos de vingança e os concretizam. Ao mesmo tempo elas vivem, a meu ver, aprisionadas dentro deste plano e se esquecem da magia da vida, da beleza do voar de borboletas.
Lutar é preciso?
Se a raiva é tão grande a ponto de quebrar o encanto das borboletas, sim, é necessário lutar. E lutar com todas as armas e planos criativos que surgem a uma mente atordoada, como um ataque de borboletas ou armas de chantili (que numa mente criativa pode trazer conseqüências não menos sangrentas).
Então vamos à luta, tentando não nos esquecer o objetivo dessa guerra, que é a paz, poder voltar a sentir o encanto das flores a força da alegria e o poder da tranqüilidade.
1 comment:
é! vale a pena enfrentar o furacão, se enfiar nele sem medo, sem olhar pra trás, sempre em direção ao centro.
é que no olho do furacão os ventos são calmos e amenos.
besus.
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